Nossa proposta

Ao optar pelo software original e por fornecedores que o utilizam, seus ganhos vão muito além da proteção de sua empresa contra possíveis falhas de segurança que ameaçam o negócio – financeira e legalmente. Você, empreendedor, dá uma grande contribuição para uma mudança de mentalidade e comportamento.

Em termos práticos e imediatos, software original significa economia de tempo e dinheiro para você e seus clientes, sem falar na reputação da sua empresa. Para se ter ideia, só em 2015, no Brasil houve aumento de 274% em ataques de hackers a sistemas de empresas. Em todo o mundo, as empresas gastaram US$ 315 bilhões por conta de atividades de organizações criminosas.

Mas há aspectos não financeiros que são igualmente importantes em médio e longo prazo: quando você associa sua marca à ética, você a estende ao mercado e cria uma cadeia de valor. Seu empreendimento se fortalece, contribui para uma sociedade mais justa e torna o mercado mais competitivo. Ajuda a mudar a cultura do seu país e a criar um ambiente negocial mais moderno e dinâmico.

Por isso, na hora de escolher seus fornecedores, revendedores, distribuidores e prestadores de serviço, entenda como eles tratam esses valores.

Na hora de contratar, garanta que seu fornecedor tenha sistemas efetivos de gerenciamento de software.


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Ao optar pelo software original e por fornecedores que o utilizam, seus ganhos vão muito além da proteção da sua empresa contra possíveis falhas de segurança que ameaçam o negócio – financeira e legalmente. Você, empreendedor, dá uma grande contribuição para uma mudança de mentalidade e comportamento.

Risco para o cliente - Em 30 anos de atuação, a Brasoftware, uma das principais empresas de TI do país, aprendeu que o uso de software legal "é uma vantagem competitiva”. Segundo o presidente da empresa, Jorge Sukarie, um dos principais problemas do programa pirata é a "terceirização" do risco ao cliente, que fica vulnerável a roubo de dados e informações privadas. "A operação do cliente pode ser paralisada por um vírus no ambiente digital da sua empresa. É muito grave."


Fator crítico para o cliente - A FCamara, gigante do setor de TI que apresenta soluções para setores tão diversos quanto turismo, logística e e-commerce, precisa sempre estar atualizada com softwares modernos para garantir serviço completo, rápido e seguro para os clientes. O CEO Fabio Camara lembra uma situação em que hackers que invadiram o sistema de vendas de uma empresa, baixaram o preço do produto em 90% e efetuaram dezenas de compras. “Ou você trabalha legalizado ou vai ter uma experiência que vai te custar muito caro”, diz.


Frutos ao negócio - A BRQ, maior empresa brasileira em serviços de aplicações de tecnologia da informação, acredita no software legal: "Apostar na coisa certa, atuar dentro do ambiente formal e legal é um diferencial da empresa e sempre trouxe frutos ao nosso negócio", conta o presidente da empresa, Benjamin Quadros. Com o crescimento dos crimes cibernéticos, o empresário alerta para os buracos que os softwares piratas podem abrir no sistema.


A conta chega - Há 32 anos no mercado, a Microcity é uma das maiores empresas de fornecimento outsourcing de infraestrutura de TI do Brasil. A companhia adota condutas éticas em todos os seus aspectos: na contratação de pessoal, na hora de pagar impostos e ao contratar software. Segundo Luis Carlos Nacif, presidente da empresa, quem trilha o caminho da ilegalidade “perde muito mais tempo na hora de administrar os rolos, as confusões, do que focando no seu negócio e no mercado”. O empresário destaca que a conta de optar pelo caminho ilegal pode até demorar, “mas uma hora chega”.


Cuidados

Atualmente, qualquer empresa, independente do porte econômico, pode ser alvo de ataques cibernéticos. As estatísticas internacionais e nacionais provam isso. Em 2014, US$ 124 bilhões foram gastos pelas empresas de todo o mundo apenas para reparar danos causados por softwares piratas. Em nosso país, houve aumento médio de 274% dos incidentes (The Global State of Information Security®2016), o que demonstra claramente a necessidade da adoção de práticas de segurança digital para a prevenção de ataques. Uma das principais medidas é a utilização de software original e atualizado.

Gerenciar efetivamente seus ativos de software é uma maneira de evitar desperdício de investimentos, atenuar os riscos de segurança, financeiros, regulatórios, evitando assim, despesas futuras.

Para isso fique atento:

Verifique se seu fornecedor utiliza os modelos de licenciamento compatíveis com as regras dos fabricantes.

Cuidado. Não é raro que empresas que ofereçam serviços terceirizados de TI disponibilizem softwares não licenciados para esse fim.
Exemplos comuns são empresas de outsourcing que não possuem o direito sobre o contéudo que oferecem ao mercado, mas acabam sublicenciando, cedendo, doando, arrendando, emprestando etc, software de terceiros que integram a cadeia de seus serviços. Entre os casos mais frequentes, estão as empresas que trabalham com o aluguel de computadores e que disponibilizam programas de uso exclusivo na condição de "sublicenciamento".
É importante destacar, ainda, que os riscos de tais usos irregulares também podem afetar o contratante (clientes de outsourcing).


Como usuários bem-intencionados podem adquirir programas não genuínos?

Sempre fique atento à cadeia formal de suprimentos do fabricante ou se o seu perfil é elegível para licenciamento direto da empresa. Infelizmente, a disseminação de programas não genuínos é substancial, o que pode prejudicar o usuário final. Muitos clientes, ainda mais no novo cenário de programas em nuvem, adquirem licenças de produtos contrafeitos sendo comercializados como se fossem genuínos.

  • Destruição ou comprometimento de informações e projetos;
  • Falhas de execução das ferramentas;
  • Acesso limitado de suportes ao cliente, upgrades, documentação técnica etc;
  • Incapacidade de detecção por meio de programas de antivírus padrão.

Como o usuário pode se proteger da pirataria de software?

Adquirindo programas diretamente do website do respectivo fabricante, em caso de elegibilidade, ou por meio de revendas autorizadas. Realize essa certificação antes de obter o produto.


Dica após a compra do software genuíno.

Após eventual compra de produtos genuínos, julga-se recomendável a formatação do disco rígido. Esse procedimento irá garantir que que todos os traços do software não genuíno tenham sido eliminados de sua máquina.


Confira a modalidade de licenciamento explorada pela sua empresa está correta.

É sempre importante ter em conta que os fabricantes de software possuem diferentes modalidades de licenciamento, que devem ser comercializados atendendo usuários/nichos específicos. Certifique-se que a comercialização de tais licenciamentos esteja sendo direcionada aos públicos adequados, seguindo os respectivos termos de licença dos fabricantes.


Você explora o modelo de negócio de outsourcing? Verifique se os modelos de licenciamento atendem suas necessidades.

Cuidado. Não é raro vezes empresas que integram a cadeia de suprimentos dos fabricantes de software, explorem modelos de negócios incompatíveis com os termos de licença da solução. É o caso, por exemplo, de empresas que trabalham com o aluguel de computadores e que disponibilizam programas de uso exclusivo na condição de “sublicenciamento”.


Os principais erros em licenciamento de software.

Prestar serviços de outsourcing utilizando programas de terceiros baseados em contratos de uso exclusivo, sem direito a sublicenciamento de software;

Terceirizar serviços de TI e supor que isso isenta a responsabilidade da empresa em relação a observância dos direitos de propriedade intelectual de terceiros;


Confira se sua empresa explora modelos de negócios avalizados pelos fabricantes.

Vale a pena recordar que nem toda atividade que gera retorno financeiro ao fabricante pode ser explorada. Isso significa dizer, em outras palavras, que os modelos de negócio explorados pela cadeia de suprimentos devem estar em harmonia com a política de práticas comerciais das empresas. Existem casos de empresas que disponibilizam soluções online a usuários, em princípio, inelegíveis para tais serviços.