4 desafios que todo bom gestor de Compras precisa superar

Toda empresa que se destaca no mercado sabe que há muito tempo o Setor de Compras deixou de ser operacional e passou a ser estratégico

Via : Blog Midas

Publicado: quarta-feira, 2 janeiro, 2019 às 09:00
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Por ser o elo entre empresas e fornecedores, o setor de compras/facilities precisa administrar de forma eficiente os interesses das partes

00Toda empresa que se destaca no mercado e quer crescer em competitividade entende que há muito tempo o Setor de Compras deixou de ser operacional e passou a ser estratégico.

Aliada a ele, trabalha também o de Facilities, área responsável por gerenciar todos os serviços de terceiros, garantir segurança e conforto aos usuários e assegurar aos stakeholders a melhor utilização de seu capital.

Mas, quais os são os principais desafios no contexto de serem advisors estratégicos para o sucesso das operações? É o que a gente conta no post dessa semana. Vamos lá?

1- Gerenciar o capital humano

Não é clichê nem pode ser deixada de lado aquela máxima de que “empresas são feitas de pessoas”.

Por isso, para se sobressair em competitividade, os gestores de compras, suprimentos e de facilites também dependem de um bom convívio no ambiente de trabalho.

Ouvir e saber ouvir é uma das principais diretrizes dentre as qualidades que precisam ser trabalhadas além da capacidade técnica para não deixar que prazos e a pressão por resultados tornem seu setor uma “linha de montagem” ou aumentem o turnover na empresa.

2- Garantir a boa relação com stakeholders

Por ser o elo entre empresas e fornecedores, o setor de compras/facilities precisa administrar de forma eficiente os interesses das partes, sem prejuízos ou desvantagens para um ou outro.

A complexidade dessa tarefa pode ser minimizada com boas práticas, começando com a transparência das informações e uma boa comunicação entre os envolvidos.

Mais uma vez ressaltamos a importância de saber ouvir e, claro, saber se posicionar na linha de frente. Aqui tem dicas de como a Tecnologia da Informação pode lhe ajudar.

3- Atuar estrategicamente na redução dos custos

Toda redução de custos começa na cadeia de produção. E considerando que 2018 ainda vive os reflexos de crise econômica, podemos afirmar que nunca fez tanto sentindo a frase “vende bem quem compra bem.”

Além de pesquisar constantemente novos fornecedores em busca de melhores preços, as áreas de compras e facilities também devem rever contratos e práticas antigas, que podem estar gerando custos além do necessário.

Por isso, o desafio é estar fundamentado em comunicação, integração e segurança, princípios que dão embasamento ao conceito de workflow para evitar riscos como:

  • Compra ineficiente por relacionar poucos e repetidos fornecedores
  • Exposição fiscal por não monitorar se o fornecedor está habilitado frente a Receita Federal e Estadual
  • Não ter o produto pronto dentro do prazo combinado com clientes por falhas na entrega da matéria-prima
  • Ruptura no estoque

4- Trabalhar apenas com Fornecedores Qualificados

Todos os riscos citados acima podem ser minimizados com a correta qualificação de fornecedores. No entanto, é bom lembrar que não aqui não podemos considerar apenas preço. Ele é importante, claro, mas restringir qualificação ao aspecto monetário também pode implicar em riscos ao negócio.

Afinal, fornecedores e parceiros que na proposta apresentam preços menores podem, posteriormente, se mostrar incapazes de exercitar os serviços acordados, tanto no que se refere à qualidade, quanto em relação a prazos. É preciso comprovar a capacidade técnica deles.

A dica é garantir que seus fornecedores estejam alinhados à estratégia da sua organização. E o segredo para isso é investir em um bom processo de Certificação.

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